A maturação cerebral de crianças e adolescentes e o uso excessivo de telas

O cérebro é um órgão complexo que se relaciona de forma dinâmica e funciona como um todo integrado (Papalia & Feldman, 2013). Esse órgão é o mais importante do sistema nervoso, sendo responsável por ações em nosso corpo, sejam elas voluntárias ou involuntárias. O aprimoramento de capacidades futuras complexas depende das experiências primordiais nos primeiros anos de vida e do desenvolvimento excelente de estruturas e circuitos cerebrais (Comitê Científico do Núcleo Ciência pela Infância, 2014).

O cérebro pode se remodelar em termos de estrutura e função (Singer, 1995), e essa capacidade do sistema nervoso de se reorganizar de forma dinâmica em resposta a estímulos externos ou internos é chamada de plasticidade cerebral (Cosenza & Malloy-Diniz, 2013). Os estímulos a que o cérebro é exposto influenciam a trajetória de seu desenvolvimento, podendo gerar impactos positivos e/ou negativos (Papalia & Feldman, 2013). Os autores referem-se aos seguintes fatores: estímulos sensoriais, estresse, lesões, drogas, relacionamentos, desnutrição e o uso de tecnologias. Portanto, a exposição a eletrônicos a partir de telas, por crianças e adolescentes, exerce, de alguma forma, impacto sobre o cérebro em processo de maturação.

A neurociência nos explica como funciona o impacto da exposição de eletrônicos nesse processo. Apesar do rápido desenvolvimento do córtex pré-frontal, a gradual aquisição de habilidades executivas e de postergação da gratificação (relacionada ao sistema de recompensa) na infância e adolescência, o uso indiscriminado de eletrônicos em telas tem sido associado à dependência desses dispositivos (Ko et al., 2009; Brewer & Potenza, 2011; Loh & Kanai, 2013).

O circuito de recompensa do cérebro pode ser ativado por vídeos ou jogos em tela (estímulos ambientais) que causam prazer. A experiência faz com que ocorra a produção de dopamina (via mesolímbica), que ativa o sistema (Loh & Kanai, 2013).

Esse neurotransmissor percorre o cérebro até chegar ao córtex pré-frontal, relacionado à atenção e à tomada de decisões, onde faz a modulação. Porém, quando o cérebro registra a experiência prazerosa, o sistema biológico relacionado ao prazer (área tegmental ventral) vai exercer toda força para que se repita a ação e o córtex pré-frontal (racional) não realize a modulação. Em se tratando de etapas mais precoces de desenvolvimento, quando regiões pré-frontais ainda não exercem controle na modulação do sistema inibitório, o papel da família é fundamental (Loh & Kanai, 2013; Domoff et al., 2018).

O uso das telas de forma inadequada ou com exageros pode causar consequências negativas no desenvolvimento infantil e, consequentemente, na adolescência, tais como: comprometimento na linguagem, déficit cognitivo, dificuldades emocionais e comportamentais, maior risco de obesidade, dificuldades alimentares, distúrbios do sono e dificuldades psicológicas. Também interfere no desenvolvimento neuropsicomotor e pode estar relacionado às seguintes situações:

  • Déficits e atrasos na linguagem, comunicação, habilidades motoras e saúde socioemocional (Madigan et al., 2019).
  • Déficits no desenvolvimento infantil (Heuvel et al., 2019).
  • Alterações nas funções cognitivas de atenção em crianças e adolescentes que fazem uso frequente de eletrônicos (Schmidt et al., 2008; Nunez-Smith et al., 2008; Zimmerman et al 2007).
  • Alterações na memória (Armstrong; Greenberg, 1990; Vandewater et al., 2007; Schmidt et al., 2008; Linebarger et al., 2014; Lin et al., 2015).
  • Alterações na linguagem (Linebarger; Walker, 2005; Masako et al., 2007; Zimmermann et al 2007).
  • Alterações nas funções executivas (Linebarger et al., 2014).
  • Diminuição de brincadeiras sem tela (Hofferth, 2010; Lavigne et al., 2015; Nathanson et al., 2013).
  • Redução de leituras em livros impressos (Lavigne et al., 2015; Nathanson et al., 2013).
  • Diminuição da interação com pais e irmãos (Kostyrka-Allchorne et al., 2017). Uma hora assistida de televisão em um dia semanal por crianças de até seis anos de idade está associada com redução de 45 minutos diários de convívio com seus pais (Vandewater et al., 2006). Da mesma forma, o uso de mídia pela mãe pode ser correlacionado com o uso de mídia da criança (Niermann et al., 2018; Schoeppe et al., 2017).
  • Nas crianças, afeta o desenvolvimento de habilidades em reconhecer emoções nos outros e viver as emoções decorrentes da interação afetivo social e, além disso, no diálogo sobre a natureza, as causas e consequências das diferentes emoções do contato com e dos pais (Skalická et al., 2019).
  • Aumento do risco no desenvolvimento da miopia (Enthoven et al., 2020).
  • Declínio no envolvimento social, pior relacionamento interpessoal e competência social comprometida, o que pode culminar no desenvolvimento da compreensão dos sentimentos prejudicados (Skalická et al. 2019).
  • Desenvolvimento de sintomas do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em crianças mais jovens (Aishworiya et al., 2018). Em crianças com TEA que já possuem dificuldade de comunicação e socialização, o tempo de tela foi significativamente maior. (Krupa et al., 2019).

Além de tudo isso, a Associação Americana de Psiquiatria (APA), em sua mais recente versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais – DSM-5 (2014), incluiu o Transtorno do Jogo pela Internet, caracterizado pela perda de controle sobre o jogo e sintomas de abstinência (APA, 2014). A dependência de jogos eletrônicos em adolescentes e os mecanismos e funções neuropsicológicas envolvidos têm sido referidos em estudos recentes (Stavropoulos et al., 2017; Na et al., 2017; Yen et al., 2017). Essa questão da dependência, no caso dos adolescentes, tem relação direta com a dinâmica dessa fase do desenvolvimento. Isso ocorre porque, apesar da responsividade dos adolescentes ao sistema de recompensa, a tendência pela busca de gratificação imediata pode levar ao abuso na utilização de telas, ocasionando dependência.

Na adolescência, o desenvolvimento das áreas pré-frontais continua sendo essencial para a tomada de decisão de maneira racional, para o planejamento executivo e para a regulação de comportamentos relacionados às emoções (Muszkat et al., 2015). Sabe-se que esse período é marcado por grandes modificações em termos de plasticidade cerebral. As mudanças envolvem áreas como o córtex parietal, temporal e o cerebelo, além de variações na proliferação sináptica e nas podas neurais. O cérebro do adolescente é peculiar, apresentando diferenças da formação cerebral de outras etapas do desenvolvimento, em termos de morfologia e aspectos funcionais associados ao papel de diferentes circuitos, regiões mais recentes do córtex (neocorticais), velocidade de maturação, conectividade das estruturas e transmissão de informações entre os neurônios (Casey et al. 2008).

Nesse sentido, existem vulnerabilidades e suscetibilidades a fatores ambientais que explicam, de alguma forma, comportamentos de risco, atitudes mais impulsivas e não planejadas e busca por sensações intensas.

Na adolescência, alguns sistemas já respondem positivamente, como é o caso da modelagem ambiental, do sistema de recompensas e do sistema dopaminérgico. As atividades sociais realizadas de forma compartilhada pelos adolescentes ativam o córtex frontal medial, relacionado aos sistemas socioemocionais de recompensa — algo que não ocorre quando as atividades são realizadas isoladamente. Porém, nessa fase do desenvolvimento, há uma tendência à busca por gratificação imediata, o que leva a uma exposição maior ao risco em termos de regulação emocional. Dessa forma, o sistema dopaminérgico, extremamente influenciado pela socialização na adolescência, precisa ser incentivado positivamente em direção a relações sociais funcionais, com maior acompanhamento dos fatores negativos, dada a grande vulnerabilidade dessa fase (Muszkat et al., 2015).

Usamos a internet para comunicação, para leitura, para conversar com as pessoas, sejam amigos, parentes ou colegas de trabalho, para realizar trabalhos acadêmicos, para jogar, para aprender…. Mas o que o uso contínuo e exagerado do computador, da internet e das redes sociais estão fazendo com nosso cérebro? E no cérebro dos nossos adolescentes? O que a Ciência pode nos dizer sobre os reais efeitos que o uso da internet está tendo sobre o modo como nossas mentes funcionam? Essa questão tem sido objeto de muitos estudos e já é possível vislumbrar algumas respostas, com base nos estudos apresentados acima e outros que abordo em minha tese de doutorado.

Diante desse quadro que se apresenta, temos um desafio. O desafio de uma ação educativa preventiva e consciente junto aos pais de forma a atingir nossos jovens. Essa ação educativa pode basear-se em um questionamento central: como estimular autonomia e ao mesmo tempo ajudar o adolescente a avançar para a maturidade adulta? Para isso, precisamos estimular nossos jovens no desenvolvimento de um projeto de vida, com orientação para buscar conhecimento, conteúdo e se manter focado no aperfeiçoamento pessoal.

A instituição Escola de Pais do Brasil oferece muitos caminhos.

REFERÊNCIAS:

AISHWORIYA, R et al.,. J., & LAW, E. C. Television viewing and child cognition in a longitudinal birth cohort in Singapore: the role of maternal factors. BMC Pediatrics, v. 19, n. 286, p. 1-8. 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1186/s12887-019-1651-z. Acesso em: 24 ago. 2019.

ARMSTRONG, G. B.; GREENBERG, B. S. Background television as an inhibitor of cognitive processing. Human Communication Research, v.16, n. 3, p. 355–386. 1990. Disponível em: https://doi.org/10.1111/j.1468-2958.1990.tb00215.x. Acesso em:10 nov. 2022

BREWER, J. A.; POTENZA, M. N. The neurobiology and genetics of impulse control disorders:Relationships to drug addictions. Biochemical Pharmacology, v. 75, n. 1, p. 63-75, jan. 2008. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.bcp.2007.06.043. Acesso em: 10 ago. 2024.

CASEY, B. J.; GETZ, S.; GALVAN, A. The adolescent brain. Developmental Review, v. 28, n. 1, p. 62-77, abr. 2008. Disponível em: https://doi.org/10.1196/annals.1440.010. Acesso em: 25 ago. 2024.

COSENZA, R. M.; MALLOY-DINIZ, L. F. Declínio cognitivo, plasticidade cerebral e o papel da estimulação cognitiva na maturidade. In: MALLOY-DINIZ, L. F.; FUENTES, D. COSENZA, R. M.. Neuropsicologia do Envelhecimento. Porto Alegre: Artmed.

DOMOFF, S. E et al.,. A Naturalistic Study of Child and Family Screen Media and Mobile Device Use. Journal of Child and Family Studies, v. 28, p. 401-410, nov. 2018. Disponível em: https://doi.org/10.1007/s10826-018-1275-1. Acesso em: 17 ago. 2024.

ENTHOVEN, C. A et al.,. The impact of computer use on myopia development in childhood: The Generation R study.Preventive medicine, v.132, marc, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.ypmed.2020.105988. Acesso em: 18 ago. 2024

HEUVEL, Meta van Den et al.,. Mobile Media Device Use is Associated with Expressive Language Delay in 18-Month-Old Children. Journal Of Developmental & Behavioral Pediatrics, v. 40, n. 2, p. 99-104, fev. 2019. Disponível em: https://journals.lww.com/jrnldbp/fulltext/2019/02000/mobile_media_device_use_is_associated_with.3.aspx  Acesso em: 11 nov. 2023.

HOFFERTH, S. L. Home media and children’s achievement and behavior. Child Development, v.81, p.1598–1619, set. 2010. Disponível em: https://doi.org/10.1111/j.1467-8624.2010.01494.x. Acesso em: 11 nov. 2023.

KO, C. –H et al.,. Brain activities associated with gaming urge of online gaming addiction. Journal of Psychiatric Research, v. 43, n. 7, p. 739-747, apr 2009. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.jpsychires.2008.09.012. Acesso em: 25 ago. 2024.

KOSTYRKA-ALLCHORNE, K.; COOPER, N. R.,; SIMPSON, A. The relationship between television exposure and children’s cognition and behaviour: A systematic review.Developmental Review, v. 44, 19–58. Jun. 2017. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.dr.2016.12.002. Acesso em: 20 ago. 2024.

KRUPA, M et al., Relationship between screen time and mother-child reciprocal interaction in typically developing children and children with autism spectrum disorders. The Indian Journal of Pediatrics, v. 86, n. 4, p. 394-394, jan. 2019. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30623314/. Acesso em: 15 ago. 2024.

LAVIGNE, H. J.; HANSON, K. G.; ANDERSON, D. R.The influence of television coviewing on parent language directed at toddlers. Journal of Applied Developmental Psychology, v. 36, n. 1, p. 1–10, fev. 2015. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.appdev.2014.11.004. Acesso em: 15 jul. 2023.

LINEBARGER, D. L et al.,. Associations between parenting, media use, cumulative risk, and Children’s executive functioning. Journal of Developmental and Behavavioral Pediatrics, v.35, n. 6, p. 367–77, jul. 2014. https://doi:10.1097/DBP.0000000000000069. Acesso em: 15 jul. 2023.

LINEBARGER, D. L.; WALKER, D. Infants’ and toddlers’ television viewing and language outcomes. American Behavioral Scientist, v. 4, n. 5, p. 624–645, jan. 2005. Disponível em:  https://doi.org/10.1177/0002764204271505. Acesso em: 10 out. 2024.

LOH, K. K.; KANAI, R. How has the Internet reshaped human cognition?The

Neuroscientist, v, 22, n. 5, p. 506-520, jul. 2013. https://doi.org/10.1177/1073858415595005. Acesso em: 16 fev. 2023.

MADIGAN, S et al., Association Between Screen Time and Children’s Performance on a Developmental Screening Test. JAMA Pediatrics, v. 173, n. 3, p. 244-250, mar. 2019. Disponível em: https://doi:10.1001/jamapediatrics.2018.5056. Acesso em: 15 jul. 2023.

MASAKO, T.; OKUMA, K.; KYOSHIMA, K. Television viewing and reduced parental utterance, and delayed speech development in infants and young children. Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine, v. 161, n. 6, p. 618–619, jun. 2007.  Disponível em: https://jamanetwork.com/journals/jamapediatrics/article-abstract/570499#google_vignette Acesso em: 16 fev. 2023.

MUSZKAT, M., MIRANDA, M. C.; MUSZKAT, D. Neuropsicologia da adolescência. In: SANTOS, F. H. D., ANDRADE, V. M., BUENO, O. F. A. Neuropsicologia hoje. (2ª ed.). Porto Alegre: Artmed. 2015

NA, E et al.,.The influence of game genre on Internet gaming disorder. Journal of Behavioral Addictions, v. 6, n. 2, p. 248–255, jun. 2017. Disponível em: https://doi:10.1556/2006.6.2017.033. Acesso em: 18 ago. 2024.

NATHANSON, A. I et al.,. The relation between television exposure and theory of mind among preschoolers. Journal of Communication, v. 63, p. 1088–1108, out. 2013. Disponível em: https://doi.org/10.1111/jcom.12062. Acesso em: 13 jul. 2024.

NIERMANN, C. Y. N.; SPENGLER, S.; GUBBELS, J. S. Physical activity, screen time, and dietary intake in families: A cluster-analysis with mother-father-child triads. Frontiers in Public Health, v. 6, n. 276, set. 2018. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30324100/. Acesso em: 18 ago. 2024.

NUNEZ-SMITH, M et al.,. Media and Child and Adolescent Health: A Systematic Review. Common Sense Media, jan. 2008. Disponível em: http://ipsdweb.ipsd.org/uploads/IPPC/CSM%20Media%20Health%20Report.pdf. Acesso em: 19 jul. 2023.

PAPALIA, D. E., OLDS, S. W.; FELDMAN, R. D. Desenvolvimento humano. 8. ed., D. Bueno, Trad. Porto Alegre, RS: Artmed, 2013

SINGER, W.  Development and Plasticity of Cortical Processing Architectures. Science, v. 270, n. 5237, p. 758–764, nov. 1995. Disponível em: https://doi:10.1126/science.270.5237.758. Acesso em: 12 ago. 2023.

SKALICKÁ, V et al.,. Screen time and the development of emotion understanding from age 4 to age 8: A community study. British Journal of Developmental Psychology, p. 1-17, set. 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1111/bjdp.12283. Acesso em: 12 jul. 2023.

SCHMIDT, M. E et al.,. The effects of background television on the toy play behavior of very young children. Child Development, v. 79, n. 4, p. 1137–1151, ago. 2008. Disponível em: https://doi:10.1111/j.1467-8624.2008.01180.x. Acesso em: 15 set. 2024

SCHOEPPE, S et al.,. The influence of parental modelling on children’s physical activity and screen time: Does it differ by gender? European Journal of Public Health, v. 27, n 1, p. 152–157, out. 2016. Disponível em: https://academic.oup.com/eurpub/article/27/1/152/2418042?login=true Acesso em: 15 fev. 2023.

STAVROPOULOS, V et al.,. MMORPG gaming and hostility predict Internet Addiction symptoms in adolescents: An empirical multilevel longitudinal study. Addictive Behaviors, v. 64, p. 294–300, jan. 2017. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.addbeh.2015.09.001. Acesso em: 17 set. 2024.

VANDEWATER, E. A.; BICKHAM, D. S; LEE, J. H. Time well spent? Relating television use to children’s free-time activities.Pediatrics, v. 117, n. 2, fev. 2006. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16452327/ Acesso em: 17 set. 2024

VANDEWATER, E. A et al.,. S. Digital childhood: electronic media and technology use among infants, toddlers, and preschoolers. Pediatrics, v. 119, n. 5, p. 1006-1015, maio 2007. Disponível em: https://doi.org/10.1542/peds.2006-1804 . Acesso em: 13 nov. 2023.

ZIMMERMAN F. J.; CHRISTAKIS, D. A. Associations between content types of early media exposure and subsequent attentional problems. Pediatrics, v. 120, n. 5, p. 986–992, nov. 2007. Disponível em: https://dx.doi.org/10.1542/peds.2006-3322. Acesso em: 15 jul. 2024.

YEN, J.Y et al.,. Association between internet gaming disorder and adult attention deficit and hyperactivity disorder and their correlates: Impulsivity and hostility. Addictive Behaviors, v. 64, p. 308-313, janeiro 2017. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.addbeh.2016.04.024. Acesso em: 25 jul. 2023.

Camila Detoni – Doutoranda em Educação (UDESC), mestre em Educação (UDESC), membro do Grupo de Pesquisa EDUSEX Formação de educadores e educação sexual CNPq/UDESC. Especialista em Psicologia Clínica – Psicodrama e pós-graduada em Desenvolvimento e Gestão de Pessoas. Tem graduação em Letras – Português/Inglês pela UFSC, além de bacharelado e licenciatura em Psicologia pela UNOESC.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*