Quem Somos

SECCIONAL DA GRANDE FLORIANÓPOLIS

CASAL PRESIDENTE

Teresinha Bunn Besen e Brani Besen

Contato: epbgrandefloripa@gmail.com

(48)99839-5075

 

ASSOCIADOS:

Camila Waterkemper e Tiago Matheus Mainardi Rocha

Dolma Magnani de Oliveira e João Maria de Oliveira

Fernanda Gomes Vieira e Luciano Caletti

Iracema Lourdes Simioni Wobeto e José Alberto Wobeto

Lourdes Teresinha Malfatti Gasperini e Moacir Gasperini

Neuza Teresinha Pinto Valentim

Teresinha Bunn Besen e Brani Besen

 

CASAL PRESIDENTE NACIONAL

Gesmir da Silva Debre e José Antônio Debre

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REPRESENTANTE DA DIRETORIA NACIONAL EM SC

Iracema Lourdes Simioni Wobeto e José Alberto Wobeto

CASAL DIRIGENTE REGIONAL DA ESCOLA

DE PAIS PARA A REGIÃO LITORAL DE SC

Ivanete Maria Mucelin Mulinari e Carlos Alberto Mulinari

Para mais informações, visite as nossas páginas:

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e-mail: epbgrandefloripa@gmail.com  e

facebook: Escola de Pais Grande Florianópolis

Instagran: EPB Floripa

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O QUE É?

É uma Associação que tem por finalidade aprimorar a formação dos pais, educadores e cuidadores, ajudando-os a melhor exercerem suas funções educativas na família e na sociedade. Está completando 56 anos de atividades em nível Nacional. As seccionais de Biguaçu e São José uniram-se em 2015 formando a Seccional da Grande Florianópolis. Juntas já realizaram 23 Ciclos de Debates com a participação de aproximadamente 530 pais, 26 Ciclos de Debates a Distância, em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, com a participação de 1357  pessoas e 488 formandos além de 15 Seminários com mais de dois mil e quinhentos participantes. A EPB representa um aprendizado em ação, isto é, pretende alcançar os pais enquanto educadores, para conscientizá-los de sua responsabilidade na formação dos filhos, na busca de soluções para os problemas que os afligem em sua tarefa educativa. É um movimento particular, voluntário, gratuito, que está aberto a pais e educadores dispostos a refletir sobre suas próprias concepções e atitudes.

QUAL É A MISSÃO?

Ajudar pais, futuros pais e agentes educadores a formar verdadeiros cidadãos.

COMO FUNCIONA?

O trabalho da Escola de Pais – EPB funciona por meio de ciclos de debates, uma vez por semana, com duração de uma hora e meia, em que os participantes, a partir de suas experiências, discutem e compartilham dúvidas, preocupações, dificuldades de educar e os possíveis caminhos a serem buscados. O temário é conduzido por um casal coordenador da Escola de Pais devidamente capacitado para atuar como mediador.

QUAL É O TEMÁRIODOS CÍRCULOS?

1 – Educar é um desafio

2 – Valores e limites na educação dos filhos

3 – Pai, mãe e agentes educadores

4 – A educação do nascimento à puberdade

5 – Adolescência: o segundo nascimento

6 – A sexualidade no ciclo da vida da família

7 – Cidadania e cultura da paz.

ONDE A EPB ATUA?

Escolas, empresas, igrejas, associações de classe, comunidades.

BENEFÍCIOS ESPERADOS

Melhorar a comunicação, o diálogo e a convivência entre pais e filhos. Definir limites de forma mais adequada. Melhorar a educação para uma sexualidade sadia. Fortalecer a família frente às drogas. Promover maior entrosamento escola x família. Conscientizar os pais da necessidade de trabalharem em conjunto com os professores na educação de seus filhos. Atender melhor as necessidades do filho e prepará-lo para o mundo.

COMO CONSEGUIR A EPB?

Para um colégio ou entidade incluir a Escola de Pais nas suas atividades, basta enviar um e-mail para epbgrandefloripa@gmail.com solicitando os trabalhos da EPB. Recebido o pedido, será designado um casal que comparecerá ao colégio ou entidade para prestar todos os esclarecimentos necessários. O interessado deverá assumir alguns compromissos com a Escola de Pais:

– Designar local favorável para os encontros com os pais e educadores.

– Convidar os pais através de todas as formas ao seu alcance, como circulares, motivação feita com os alunos, fazer inscrições dos pais interessados.

– Designar uma pessoa do colégio ou entidade para acompanhar os trabalhos e dar apoio ao casal que realizará os círculos.

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instagram: @epbfloripa

 

Seja Voluntário

Convidamos você para conhecer mais e fazer parte do quadro de Associados da nossa entidade. Envie uma mensagem para o E-mail: epbgrandefloripa@gmail.com

A Escola de Pais é um movimento significativo no sentido de conscientizar as famílias da necessidade de formar indivíduos integrados no seu meio social e comprometidos com as mudanças que se fazem necessárias na nossa sociedade.

Como uma instituição que atua em educação de Pais, busca de uma maneira participativa e criativa, conduzi-los à reflexão sobre o problema educacional. Ela atualiza os pais no sentido de se auto educarem para melhor educarem seus filhos.

A sua ação acontece em escolas, paróquias, clubes, centros comunitários, empresas, condomínios, basicamente em qualquer instituição ou comunidade, onde os pais são chamados para participarem de um trabalho sistemático, em forma de círculo de debates, dirigido por um casal previamente preparado.

O trabalho é desenvolvido uma vez por semana e permite, através de sua metodologia, manter o nível de interesse dos pais, pois enfoca a real problemática educativa dos participantes.

Considerando a importância da família na formação do ser humano, quanto mais ela estiver preparada para isto, melhor será para os educandos. É neste princípio que se baseia a existência da Escola de Pais como movimento. Ela pretende oferecer aqueles que se dedicam a educar, instrumentos para tornar cada vez melhor este processo.

Assim, nós que fazemos parte da Escola de Pais e conhecemos a força da sua atuação, sentimos o quanto é importante o engajamento de outros pais para colaborar nessa ação.

O trabalho é voluntário e participa dele pessoas conscientizadas da sua responsabilidade social e encontram na Escola de Pais uma maneira de ser solidário, responsável e comprometido.

Esses casais que frequentando os círculos decidem ingressar definitivamente no movimento, participam de um treinamento durante um semestre, onde recebem conhecimentos de técnicas de dinâmica de grupo e se aprofundam no temário da Escola de Pais.

Também estão constantemente em aprimoramento nos Congressos que se realizam anualmente em São Paulo, nos Seminários Regionais e nas Revisões Semestrais, onde participam de conferências, debates, e grupos de estudo.

Sem sombra de dúvida participar dos círculos de debates da Escola de Pais é uma rica experiência, mas ao engajarmos no movimento, preocupado com o outro, empenhado por uma causa de interesse social e comunitário, estabelecemos laços de solidariedade e nos tornamos seres humanos melhores.

Além disto outros importantes ganhos acontecem:
• A constante motivação para cumprir bem seu papel de cidadão buscando cada vez mais atualização, reformulação e mudanças de comportamento;
• Um rico aprendizado na arte de viver em grupo lugar de entendimento, respeito e compreensão;
• A certeza da necessidade de buscar na flexibilidade e criatividade saídas para impasses e conflitos comuns no dia a dia da vida em família;
• Confirmação cotidiana de que é na família que se desenvolve todo um aprendizado de amor com base na rica vivência de sentimentos, esforços, exigências e partilhas.

Unam-se a nós, venham ser parte desse movimento que com tanta dedicação e alto espírito de solidariedade vem trabalhando em prol da família brasileira.
Envie uma mensagem para nós: epbgrandefloripa@gmail.com

ESTATUTO DA ESCOLA DE PAIS DO BRASIL SECCIONAL DA GRANDE FLORIANÓPOLIS – SC

AFILIADA A ESCOLA DE PAIS DO BRASIL

Capítulo I: Da Denominação, Prazo, Sede, Objetivo e Exercício Social

Art. 1º – A Escola de Pais do Brasil – Seccional da Grande Florianópolis – SC, doravante simplesmente designada neste estatuto de Associação, fundada em 23 de Novembro de 2004, é uma Pessoa Jurídica de Direito Privado, de origem cristã, aconfessional, com prazo indeterminado de duração, sem fins econômicos, de caráter filantrópico e educacional, sede e foro na Cidade de Biguaçu, Estado de Santa Catarina, à Rua João Born, 208, Sala 2, Centro,  CEP 88160-064, CNPJ 08.335.653/0001-33, afiliada à Escola de Pais do Brasil, com sede em São Paulo, Estado de São Paulo.

Art. 2º – A Escola de Pais do Brasil – Seccional da Grande Florianópolis – SC, tem por objetivos aprimorar a formação dos pais, futuros pais, cuidadores, e educadores, através da transmissão de conhecimentos básicos de psicopedagogia e de técnicas educativas que favoreçam o relacionamento entre pais e filhos, procurando conscientizá-los da sua responsabilidade e do seu papel na educação dos filhos ou educandos, e valorizar, fortalecer e defender a família e indiretamente formar as crianças, através de um voluntariado consciente, em busca da educação integral do ser humano, para a promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia e de todos os demais valores universais.

Parágrafo único – A Escola de Pais do Brasil – Seccional da Grande Florianópolis – SC está aberta a todos os pais, futuros pais, cuidadores, educadores e profissionais de todas as áreas, quaisquer que sejam sua raça, nacionalidade, condição social e intelectual, opinião política e credo religioso.

Art. 3º – Para atingir os seus objetivos, a Escola de Pais do Brasil – Seccional da Grande Florianópolis – SC promoverá, para pais e interessados, círculos de debates presenciais ou através da tecnologia de educação à distância, palestras, seminários, habilitando-os ao atendimento da criança e do adolescente. Para os seus associados, casais coordenadores ou não, assegurará capacitação, reciclagem, atualização, treinamento, através dos seguintes eventos: Revisões locais, regionais, estaduais e nacionais, Seminários, Cursos de aprofundamento e capacitação – CAC, Congressos, além de outras atividades.

  • 1º – Está aberta ao público em geral, além de seus associados, a participação em Congresso Nacional e em Seminários Regionais.
  • 2º – Desde que atenda aos seus objetivos a Escola de Pais do Brasil – Seccional da Grande Florianópolis – SC, poderá pleitear recursos financeiros e ou fazer parcerias com órgãos públicos, quaisquer que sejam as suas denominações ou com entidades privadas.

Art. 4º – São fontes de recursos da Associação:

  • – As contribuições dos associados da Associação;
  • – As contribuições de pessoas físicas ou jurídicas, parceiras dos objetivos da Associação;
  • – As doações e as subvenções recebidas diretamente da União, do Estado e do Município ou por intermédio de órgãos públicos da administração direta ou indireta;
  • – Os valores recebidos de auxílios e contribuições ou resultantes de convênios com entidades públicas ou organizações privadas, nacionais ou estrangeiras;
  • – Doações, ajudas, promoções advindas de campanhas e outras iniciativas, inclusive recursos humanos e financeiros públicos e outros oriundos de parcerias;

6 – Juros, correção monetária ou quaisquer outros rendimentos oriundos de depósitos em instituições financeiras;

7 – Renda dos imóveis que possuir, dos serviços internos e contribuições espontâneas.

  • 1º – Todos os recursos recebidos ou arrecadados pela Associação serão aplicados no país;
  • 2º – Os membros da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal da Escola de Pais do Brasil – Seccional da Grande Florianópolis – SC, não perceberão qualquer remuneração pelo exercício de seus cargos.
  • 3º – A associação não distribuirá rendimentos, bonificações ou vantagens, a dirigentes, mantenedores ou associados, sob nenhuma forma ou pretexto.

Art. 5º – O exercício social terá início em 1º de janeiro e terminará em 31 de dezembro de cada ano, quando serão elaboradas as demonstrações financeiras da Associação, de conformidade com as disposições legais.

 

Capítulo II: Dos Associados

A) Admissão, Direitos, Deveres, Responsabilidades

Art. 6º – O quadro social será composto por associados contribuintes: os que contribuem mensalmente, e que colaboram com o funcionamento da Associação.

Art. 7º – Poderá ingressar na Associação, na qualidade de associado contribuinte, pais, futuros pais, educadores e profissionais de reconhecida competência, em número ilimitado, convidados a participar por qualquer associado, desde que aceitos pela Diretoria Executiva da Associação, que observará os seguintes critérios:

I – Ter participado de Círculos de Debates promovidos pela Escola de Pais do Brasil, ou;

II – Ter participado do Curso de Aperfeiçoamento e Capacitação – CAC, ou;

III- Ter sido convidado pela Diretoria Executiva da Associação.

IV-  E concordar com o presente Estatuto.

Parágrafo Único – O ingresso de associados se dará através do preenchimento de um ficha de inscrição que será analisada e aprovada pelo Diretoria Executiva da Associação.

Art. 8º – São direitos dos associados contribuintes: a) tomar parte nas Assembleias Gerais, discutindo e votando os assuntos que nela se tratarem; b) votar e ser votado para membro da Diretoria Executiva ou Conselho Fiscal da Associação, na forma prevista neste Estatuto  c) propor à Diretoria Executiva ou às Assembleias Gerais medidas de interesse da Associação; d) Recorrer à Assembleia Geral contra qualquer ato da Diretoria e do Conselho Fiscal; e) demitir-se da Associação quando lhe convier; f) participar de todas as atividades promovidas pela associação, respeitadas às condições estabelecidas pela Diretoria Executiva da Associação.

Parágrafo único – No âmbito da Escola de Pais do Brasil – são direitos dos associados contribuintes, quites com suas contribuições, votar e ser votado para cargo da Diretoria Executiva Nacional e do Conselho Fiscal.  Subscrever a convocação de Assembleia Geral e participar de todas as atividades promovidas por esta.

Art. 9º – São deveres dos associados contribuintes, no âmbito da Escola de Pais do Brasil – Seccional da Grande Florianópolis – SC: a) colaborar para que a associação atinja seus objetivos; b) cumprir as disposições do Estatuto e acatar normas e procedimentos estabelecidos pela Diretoria Executiva da Associação e as deliberações nas Assembleias Gerais; c) acatar as normas e procedimentos estabelecidos pela Diretoria Executiva Nacional, da Escola de Pais do Brasil; d) zelar pelo bom nome da Associação; e) Cumprir e fazer cumprir o Regimento Interno; f) Comparecer por ocasião das eleições; g) votar por ocasião das eleições; h) Denunciar qualquer irregularidade para que a Assembleia Geral tome providências; i) participar ativamente dos eventos e atividades promovidas pela Associação;

  • 1º – É dever do associado contribuinte honrar pontualmente com a contribuição associativa, para a Associação, bem como, por meio da Seccional da Grande Florianópolis – SC, para a Escola de Pais do Brasil, de acordo com normas e procedimentos estabelecidos pela Diretoria Executiva Nacional.
  • 2º – Poderão ser realizados eventos específicos, com a finalidade de angariar recursos para o pagamento da contribuição associativa, pelos associados contribuintes da Associação.

Art. 10 – Os associados contribuintes não respondem solidária ou subsidiariamente pelas obrigações contraídas pela associação.

 

B) Exclusão e Demissão Voluntária

Art. 11 – Os associados, quaisquer que sejam suas categorias ou posições, que não cumprirem com seus deveres, poderão ser excluídos do quadro social ou demitidos dos cargos ou funções que estejam ocupando, por deliberação da Diretoria Executiva através de 2/3 (dois terços) dos seus membros, depois de ouvidos os interessados, garantido amplo direito de defesa.

  • 1º – Além de outros motivos, a Diretoria Executiva deverá excluir o associado que:
  1. Infligir de forma danosa o presente Estatuto;
  2. Difamar a Associação, seus membros, associados ou objetos;
  3. Deixar de acatar determinações emanadas da Diretoria Executiva, da Assembleia Geral e da Diretoria Executiva Nacional da Escola de Pais do Brasil;
  4. Desviar-se de bons costumes;
  5. Tiver conduta duvidosa, atos ilícitos ou imorais;
  6. Faltar com pagamento conforme definido no Regimento Interno;
  7. Tomar decisões em nome da Associação sem consultar e ter o aval da sua Diretoria Executiva.
  • 2º – Cópia autêntica da decisão será remetida ao interessado por processo que comprove as datas da remessa e do recebimento.
  • 3º – O atingido poderá, dentro do prazo de 30 (trinta) dias a contar da data do recebimento da notificação, interpor recurso, que não terá efeito suspensivo, e será apreciado por uma Comissão Disciplinar, designada pelo casal presidente, composta de no mínimo dois associados, sendo um deles presidente e o outro relator da referida Comissão.
  • 4º – A Comissão Disciplinar analisará os argumentos do associado excluído e marcará local, dia e hora para que o mesmo compareça e exerça o seu direito de defesa.
  • 5º – A Comissão Disciplinar com base nas justificativas da Diretoria Executiva e nos motivos alegados pelo associado excluído, elaborará um parecer favorável ou desfavorável ao associado e o remeterá à Diretoria Executiva da Seccional.
  • 6º – A Diretoria Executiva com base neste parecer confirmará a exclusão do associado e ou a sua reintegração no quadro da Associação.

Art. 12 – A demissão voluntária do associado contribuinte, que não poderá ser negada, dar-se-á a seu pedido e será requerida ao casal presidente da Associação.

 

Capítulo III: Dos órgãos da Associação

Art. 13 – São órgãos da Associação – Escola de Pais do Brasil – Seccional da Grande Florianópolis – SC: a) Assembleia Geral; b) Diretoria Executiva; c) Conselho Fiscal.

Secção I – Da Assembleia Geral

A) Definição e Funcionamento

Art. 14 – A Assembleia Geral dos Associados, Ordinária ou Extraordinária, é o órgão supremo da Associação e, dentro dos limites da Lei e deste Estatuto, tomará toda e qualquer decisão de interesse da Associação, e suas deliberações vinculam a todos, ainda que ausentes ou discordantes.

Parágrafo Único – A Assembleia Geral é constituída por todos os associados contribuintes da entidade.

Art. 15 – As Assembleias Gerais decidirão por maioria dos votos presentes. Funcionará em primeira convocação com a maioria absoluta de seus associados e, em segunda convocação, meia hora após a primeira, com qualquer número, e terá as seguintes prerrogativas:

I – eleger os administradores;

II – destituir os administradores;

III – deliberar sobre a previsão orçamentária e prestação de contas;

IV – alterar o Estatuto;

V – deliberar quanto à dissolução da Associação;

VI – eleger os membros do conselho fiscal;

VII – decidir em última instância;

VIII – Apresentar e discutir outros assuntos de interesse da Associação.

Parágrafo 1º – Para as deliberações a que se referem os incisos II e IV é exigida   assembleia convocada especialmente para aquele fim, não podendo ela deliberar, em primeira convocação, sem a maioria absoluta dos associados, ou com menos de 1/3 (um terço) nas convocações seguintes.

Parágrafo 2º – Na Assembleia Geral com objetivo de alteração Estatutária ou destituição dos administradores o quórum para aprovação é de dois terços dos associados presentes.

Art. 16 – A Assembleia Geral que tiver por objetivo a reforma do Estatuto Social, somente será convocada pela Diretoria Executiva da Associação, depois de obtido parecer favorável da Diretoria Executiva Nacional.

Art. 17 – As Assembleias Gerais Ordinárias e Extraordinárias serão convocadas pelo casal presidente, pelo Conselho Fiscal, ou um quinto dos associados, que subscreverão e especificarão os motivos da Convocação.

  • 1º – No dia da Assembleia Geral, na impossibilidade da presença do casal presidente, este será substituído pelo casal Vice-Presidente, sendo convidado um dos participantes para secretariar os trabalhos.
  • 2º – O voto será individual, não sendo permitido voto por procuração.

Art. 18 – Em qualquer das hipóteses referidas no artigo anterior, as Assembleias Gerais serão convocadas com antecedência mínima de 15 (quinze) dias.

Parágrafo Único – Para as eleições para a Diretoria Executiva e Conselho Fiscal as Assembleias Gerais serão convocadas com antecedência mínima de 30 (trinta) dias do término dos seus mandatos.

Art. 19 – Dos Editais de Convocação das Assembleias Gerais deverão constar:

  • – a denominação da Associação, seguida da expressão “Convocação da Assembleia Geral”, Ordinária ou Extraordinária, conforme o caso;
  • – Artigo do Estatuto em que se baseou a Convocação da Assembleia;
  • – o dia e a hora da reunião, em cada convocação, assim como o endereço do local de sua realização, o qual, salvo motivo justificado, será sempre o da sede social;
  • – a sequência ordinal das convocações;
  • – a Ordem do Dia dos trabalhos com as devidas especificações;
  • – A assinatura do responsável pela Convocação.
  • 1º – Os Editais de Convocação serão afixados na sede da Associação, reservando-se os originais, devidamente assinados para serem encaminhados ao Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas.
  • 2º Os Editais de Convocação, também serão enviados a todos os associados via e-mail e por carta para aqueles que não disponham de e-mail.

B) Assembleia Geral Ordinária

Art. 20 – A Assembleia Geral Ordinária, que se realizará obrigatoriamente uma vez por ano, até 31 de março, após o término do exercício social, deliberará sobre os seguintes assuntos que deverão constar da Ordem do Dia:

  1. Eleger os membros da Diretoria Executiva, bienalmente, através de chapas pré-inscritas e conforme o Art. 24;
  2. Definir o nome do cônjuge, eleito como casal presidente, para representar

Judicialmente ou extrajudicialmente a Associação;

  1. c) Definir os nomes das pessoas, que conjuntamente, estão autorizadas à movimentação financeira da Associação;
  2. Eleger os membros do Conselho Fiscal e respectivos suplentes, bienalmente, os quais deverão estar inscritos também em chapas pré-inscritas e conforme o Art.44.
  3. Discutir e votar o relatório da Diretoria Executiva e a apreciação das contas do exercício findo;
  4. Discutir e votar assuntos de interesse da associação.

Parágrafo Único – Os requisitos para o associado contribuinte concorrer a cargo na Diretoria Executiva são:

  1. Ser maior de 21 anos;
  2. Ter mais de 2 (dois) anos de ininterrupta efetividade associativa;
  3. Ter colaborado de forma efetiva nos eventos promovidos por esta Associação;
  4. Estar em dia com suas obrigações no âmbito desta Associação e no da Escola de Pais do Brasil.

 

C) Assembleia Geral Extraordinária

 Art. 21 – A Assembleia Geral Extraordinária realizar-se-á sempre que necessário e poderá deliberar sobre qualquer matéria de interesse da Associação, desde que mencionado no Edital de Convocação.

  • 1º – Nas assembleias gerais extraordinárias, é vedado o uso do seguinte item na Ordem do Dia: “discutir quaisquer outros assuntos de interesse da associação”.
  • 2º – Deverá ser observado o quorum para instalação da Assembleia, de acordo com os assuntos a serem tratados e constantes da Ordem do Dia, conforme dispõe o artigo 15 e seu parágrafo único deste Estatuto.

 

Secção II – Da Diretoria Executiva

A) Definição

 Art. 22 – A Diretoria Executiva é o órgão superior na hierarquia administrativa, sendo de sua competência privativa e exclusiva responsabilidade a decisão sobre todo e qualquer assunto de ordem econômico-financeira, administrativa, jurídica ou social, de interesse da Associação, nos termos da Lei, deste Estatuto, de recomendações da Assembleia Geral.

 

B) Constituição

Art. 23 – A Diretoria Executiva é constituída por associados contribuintes do quadro da Associação, legalmente eleitos, em chapa constituída, em Assembleia Geral, seja ela Ordinária ou Extraordinária.

 Art. 24 – A Escola de Pais do Brasil – Seccional da Grande Florianópolis – SC, será administrada por uma Diretoria Executiva composta de um casal Presidente, um casal Vice-Presidente, um diretor de doutrina e um diretor financeiro; podendo ter mais 5 (cinco) diretores, abaixo relacionados, para um mandato de dois anos:

  1. Diretor de Divulgação;
  2. Diretor Social;
  3. Diretor Administrativo e de Normatização;
  4. Diretor de Seminário;
  5. Diretor de Relações Públicas.
  • 1º – É permitida uma reeleição consecutiva para o cargo de Casal Presidente, não havendo restrição para as demais Diretorias;
  • 2º – Exceto o casal presidente, e o casal vice-presidente, as demais Diretorias poderão ser ocupadas por apenas um associado ou associada;

 

  • 3º – A chapa ou chapas deverão constar o nome do casal ou do associado individual e o nome da respectiva Diretoria a ser ocupada;
  • 4º – Ocorrendo nomeação de um casal para a Diretoria, o cargo será referido como casal Diretor e o nome da Diretoria respectiva;
  • 5º – É permitido que um dos cônjuges ocupe uma Diretoria e o outro uma outra Diretoria, ambos de forma individual;
  • 6º – Ocorrendo nomeação de um associado ou associada individual, o cargo será referido como Diretor(a) e o nome da Diretoria respectiva.

 

C) Funcionamento

 Art. 25 – Para o funcionamento da Associação, os membros da Diretoria Executiva, se reunirão mensalmente ou sempre que necessário, para desenvolverem as seguintes atividades de sua competência:

  1. Administrar a Associação, promover o seu desenvolvimento e zelar pelo fiel cumprimento de seus objetivos;
  2. Elaborar normas para a admissão e exclusão de associados;
  3. Executar as deliberações das Assembleias Gerais;
  4. Elaborar o Regimento Interno da entidade;
  5. Elaborar o Relatório Anual de atividades;
  6. Dar condições para a elaboração do Balanço Geral e submetê-lo à aprovação do Conselho Fiscal e da Assembleia Geral;
  7. Participar da Indicação do casal Representante Nacional (RN) e do casal Dirigente Regional (DR) no Estado de Santa Catarina e de sua região, respectivamente;
  8. Assinar documentos públicos ou particulares;
  9. Abrir, movimentar e fechar contas em estabelecimentos de crédito; sempre com duas assinaturas, das três autorizadas;
  10. Efetuar pagamentos, receber e dar quitação;
  11. Manter em dia os livros sociais e conservá-los;
  12. Deliberar sobre alienação ou oneração do patrimônio da Associação, quando autorizada pela Assembleia Geral;
  13. Admitir e demitir associados;
  14. Designar os membros da Comissão Eleitoral;
  15. Preparar e enviar relatórios semestrais de suas atividades ao Dirigente Regional (DR) e ao Representante Nacional (RN) e, na falta deste, à Diretoria Executiva Nacional;
  16. Convocar eleições gerais a serem realizadas até o dia 31 do mês de marco, bienalmente, enviando cópia da ata dos eleitos à Diretoria Executiva Nacional, ao Representante Nacional (RN) e ao seu Dirigente Regional (DR);
  17. Planejar as atividades a serem desenvolvidas pela Associação, em cada semestre, bem como adotar providências para a participação dos associados da Seccional nos eventos relacionados no artigo 3º do presente Estatuto;
  18. Aprovar convênios, projetos e parcerias que envolvam recursos financeiros.
  • 1º – As atribuições constantes das letras “h”, “i”, “j”, “l”, deste artigo serão divididas entre os membros da Diretoria executiva, pela forma que ficar acordado, na Assembleia Geral que constituiu a Diretoria Executiva.
  • 2º – É competência da Diretoria Executiva da Associação a elaboração ou reformulação no seu todo ou em parte, a qualquer tempo, do seu Regimento Interno, por meio de reunião dos seus diretores.
  1. D) Gestão Administrativa

 Art. 26 –  A Gestão administrativa da Diretoria Executiva da Seccional, além das atividades relacionadas no artigo 25, desenvolverá as seguintes ações de forma permanente e ininterrupta:

  1. Criar condições, através de material próprio, para ampla divulgação do trabalho da Escola de Pais do Brasil junto à Escolas, Creches, Paróquias, Centros Comunitários e outros;
  2. Estudar e implementar ações que objetivem a sustentabilidade da Associação, através da motivação, amorização, integração de seus associados; criar alternativas de captação de recursos, junto a órgãos públicos e privados, parceiros e apoiadores da organização, bem como na realização de outros eventos para angariar recursos;
  3. Avaliar periodicamente o desempenho da Associação através da análise das fichas de avaliação dos Círculos de Debates e outros eventos realizados pela Associação;
  4. Avaliar os pontos fracos e fortes da Associação propondo alternativas para a melhoria do seu desempenho;
  5. Verificar o cumprimento das obrigações mensais, semestrais e anuais da Associação, junto à Escola de Pais do Brasil e ou junto à Receita Federal;
  6. Desenvolver todos os esforços para o comparecimento do maior número possível de associados contribuintes, nos eventos de capacitação, treinamento, reciclagem e atualização, representado pelas Revisões Locais, Regionais, Nacionais, Seminários Regionais e do Congresso anual da Escola de Pais do Brasil;
  7. Manter contato permanente com o casal Dirigente Regional e casal Representante Nacional, visando estar atualizado sobre normas, procedimentos e ou providências emanadas da Diretoria Executiva Nacional, mantendo sempre os demais associados contribuintes informados e esclarecidos das informações recebidas;
  8. Estabelecer diretrizes e propor ações para o desenvolvimento de Círculos de Debates, Curso de Aprofundamento e Capacitação – CAC; Revisões e Seminários, no primeiro e segundo semestres de cada ano.
  • 1º – As atividades propostas neste artigo poderão ser desempenhadas por um ou mais casais diretores, com a colaboração dos demais associados contribuintes.
  • 2º – A apresentação de projetos de captação de recursos junto a órgãos oficiais ou não, dependerá de prévia reunião com os associados contribuintes, para sua concordância e compromisso de trabalho, em tudo aquilo que for proposto pela Associação no referido projeto.
  1. E) Prestação e aprovação das contas

 Art. 27 – A prestação de contas da Associação observará:

  1. Os princípios fundamentais de contabilidade e os previstos nas Normas Brasileiras de Contabilidade, dando-se a devida publicidade;
  2. Ocorrendo recebimento de recursos oriundos de órgãos públicos e ou privados, deverá ficar claro, nos documentos contábeis, o valor recebido e a despesa realizada.

Art. 28 – A Aprovação das contas do exercício se fará da seguinte forma: anualmente, até 31 de março de cada ano, o casal presidente e o diretor financeiro, deverão apresentar aos associados contribuintes, reunidos em Assembleia Geral Ordinária, para discutir e votar, o balanço patrimonial e o demonstrativo de receitas e despesas, segundo as normas de contabilidade geralmente aceitas, com o respectivo parecer do conselho fiscal, para apreciação das contas do exercício findo.

 F) Atribuições, competências do Casal Presidente

Art. 29 – Compete ao Casal Presidente:

  1. Administrar a entidade de forma a cumprir e fazer cumprir o Estatuto Social, o Regimento Interno, as decisões da Assembleia Geral, da Diretoria Executiva da Associação;
  2. Assinar documentos administrativos e jurídicos, conforme dispuser o Regimento Interno da Associação;
  3. Assinar convênios, projetos e parcerias que envolvam recursos financeiros, desde que aprovados pela Diretoria Executiva da Associação e registrados em ata;
  4. Constituir advogado para o fim que julgar necessário;
  5. Abrir, movimentar e fechar contas em instituições financeiras, juntamente com o Diretor Financeiro;
  6. Planejar as atividades a serem desenvolvidas pela Associação, em cada semestre, de acordo com os recursos humanos, materiais e financeiros próprios, de parcerias e ou de projetos.
  7. Responsabilizar-se pela execução do CAC – Curso de Aprofundamento e Capacitação, no âmbito da Associação;
  8. Nas Diretorias vagas, por ausência de Diretor, redefinir atribuições ou assumir as responsabilidades dessas Diretorias.

 G) Representação judicial e extrajudicialmente

 Art. 30 – O casal presidente da Diretoria Executiva representa a Associação em juízo ou fora dele, ativa e passivamente.

  • 1º – A Assembleia Geral que eleger o casal presidente delegará a um dos cônjuges a tarefa de representar a Associação em juízo ou fora dele, ativa e passivamente.
  • 2º – Para que a Assembleia Geral possa delegar a tarefa de representação da associação em juízo ou fora dele, para um dos cônjuges, é necessário constar do Edital de Convocação da Assembleia um item específico, após a eleição e posse dos eleitos: “Definir o nome do cônjuge, eleito como casal presidente, para representar judicialmente ou extrajudicialmente a Associação”.
  • 3º – O referido cônjuge designado assinará todos os documentos necessários à representação da Associação, bem como para outras tarefas administrativas firmará outros documentos em conjunto com outros diretores da Diretoria Executiva da Associação, pela forma que acordarem em ata e ou através de Regimento Interno da Associação.
  • 4º – Em caso de doença ou impedimento do cônjuge que representa a Associação, o outro cônjuge, enquanto perdurar o impedimento, representará a associação em juízo ou fora dele e assinará os documentos necessários, em seu lugar, para o normal funcionamento da Associação.

 

  1. H) Atribuições, competências do casal Vice-Presidente, Diretor de Doutrina e Diretor Financeiro

  Art. 31 – Compete ao Casal Vice-Presidente:

  1. Substituir o casal presidente em seus impedimentos;
  2. Quando necessário, assinar documentos como representante legal da Associação;
  3. Dar apoio integral à ação do casal presidente e aos demais diretores da Associação;
  4. Desempenhar outras atribuições solicitadas pelo casal presidente, inclusive as de outra Diretoria se necessário.

Art. 32 – Compete ao Diretor Financeiro:

  1. Manter em contas bancárias, juntamente com o casal presidente, os valores da Associação, podendo aplicá-los, ouvida a Diretoria Executiva;
  2. Ser o outro solidário na abertura, movimentação e encerramento de contas em Instituições Financeiras;
  3. Efetuar pagamentos, recebimentos, dar quitação;
  4. Encaminhar periodicamente ao contador ou técnico de contabilidade, uma relação dos recursos recebidos e gastos, assim como extratos bancários e das aplicações feitas;
  5. Assinar o Balanço Anual e o Demonstrativo de Receitas e Despesas, juntamente com o casal presidente e contador ou técnico de contabilidade e apresentá-los ao Conselho Fiscal;
  6. Responsabilizar-se pela declaração anual a ser feita pela Associação, à Receita Federal, dos dados contábeis e outros, visando a manutenção do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas;
  7. Coordenar a elaboração de projetos, visando captação de recursos, em órgãos públicos ou entidades privadas;
  8. Prover recursos financeiros, organizando campanhas ou outras atividades afins desde que aprovadas pela Diretoria Executiva;
  9. Responsabilizar-se pelo recebimento das contribuições mensais dos associados e pelo seu repasse, à Escola de Pais do Brasil;
  10. Manter sob sua guarda e responsabilidade, os livros e controles financeiros, relatórios, balancetes, comprovantes e demais documentos pertinentes à sua atividade;
  11. Exercer todas as demais funções e tarefas que lhes sejam delegadas pela Diretoria Executiva da Associação.
  • 1º – A Assembleia Geral que eleger a Diretoria Executiva da Associação definirá os nomes dos cônjuges, do casal presidente e casal Vice-Presidente, autorizados a abrir, movimentar e encerrar contas bancárias.
  • 2º – Para assinaturas de cheques fica estabelecido a necessidade de duas assinaturas: prioritariamente casal presidente e diretor financeiro; ou em caso excepcional, na ausência de um deles: casal presidente e casal Vice-Presidente ou casal Vice-Presidente e diretor Financeiro.

Art. 33 – Compete ao Diretor de Doutrina:

  1. a) Responsabilizar-se pela manutenção de linha filosófica, ideológica e pedagógica da Associação, de acordo com as diretrizes emanadas da Escola de Pais do Brasil;
  2. b) Preparar o material didático e pedagógico para utilização nos Círculos de Debates e outros eventos, da sua área, realizados pela Associação;
  3. c) Responsabilizar-se pela distribuição e bom uso de todo material didático e pedagógico, mantendo em seu poder registro de distribuição e retorno deste material;
  4. c) Responsabilizar-se pelo desenvolvimento de temas a serem apresentados em Revisões, e outros eventos, quando a Associação for convidada;
  5. d) Responsabilizar-se em trazer para a Associação, por qualquer meio, os assuntos apresentados, discutidos, analisados, em Revisões Nacionais, Estaduais, Congressos Nacionais e outros eventos;
  6. e) Responsabilizar-se pela utilização de livros, revistas e outros materiais, pertencentes à Associação, pelos associados contribuintes, conforme dispuser o Regimento Interno;
  7. f) Exercer todas as demais funções e tarefas que lhes sejam delegadas pela Diretoria Executiva da Associação.

 

  1. I) A Associação poderá ter, ainda, os seguintes Diretores: Diretor de Divulgação; Diretor Social; Diretor Administrativo e de Normatização; Diretor de Seminário e Diretor de Relações Públicas

  

Art. 34 – Compete ao Diretor de Divulgação:

  1. Definir em conjunto com o casal presidente a política de divulgação das atividades da Associação;
  2. Coordenar a política de divulgação e participar ativamente da mesma;
  3. Esclarecer para o dirigente que solicitar a realização de Círculos de Debates os procedimentos, metodologias e a forma de atuar da Associação, em consonância com as diretrizes da Escola de Pais do Brasil;
  4. Preparar material de divulgação para distribuição nos locais de realização de Círculos de Debates, em colaboração com o Diretor Administrativo e de Normatização;
  5. Difundir em Escolas, creches, Centros Comunitários, empresas, condomínios, paróquias, o trabalho da Escola de Pais do Brasil;
  6. Coordenar a realização de trabalhos de divulgação junto a pais de alunos em eventos realizados nas Escolas, Creches, etc;
  7. Divulgação da Escola de Pais do Brasil nos Cursos de Noivos ou assemelhados em outras religiões para atingir a grande maioria de futuros pais;
  8. Divulgar na mídia, em colaboração com o Diretor de Relações Públicas, todos os eventos a serem realizados pela Associação;
  9. Participar de entrevistas, em colaboração com o Diretor de Relações Públicas, em órgãos da mídia;
  10. Ser responsável pela atualização do “site” da Seccional, no portal da Escola de Pais do Brasil, conforme normas e procedimentos estabelecidos pela Diretoria Executiva da Associação;
  11. Exercer todas as demais funções e tarefas que lhes sejam delegadas pela Diretoria Executiva da Associação.

Art. 35 – Compete ao Diretor Social:

  1. Integrar os associados promovendo atividades afins;
  2. Definir em conjunto com o casal presidente cronograma semestral de atividades da sua área;
  3. Responsabilizar-se pela organização de eventos e seus respectivos esquemas de apoio com a finalidade de arrecadação de fundos financeiros para a Associação;
  4. Elaborar relatório com previsão de gastos, semestralmente, com suas atividades e submete-lo à aprovação da Diretoria Executiva da Associação;
  5. Elaborar uma relação dos associados onde deverá constar seus nomes distribuídos em seus grupos de trabalho ou Diretoria, com respectivos endereços e datas natalícias, mantendo estes dados atualizados semestralmente;
  6. Organizar as confraternizações do Seminário Regional, das Revisões Regionais ou Locais, do Curso de Aprofundamento e Capacitação – CAC, das reuniões mensais, das Assembleias Gerais, da comemoração do aniversário da Associação e outras;
  7. Organizar confraternização ou atividades de integração nas Revisões Nacionais ou Estaduais, quando solicitados pela Diretoria Executiva Nacional ou pelo casal Representante Nacional (RN), respectivamente e aceitos pela Associação;
  8. Exercer todas as demais funções e tarefas que lhes sejam delegadas pela Diretoria Executiva da Associação.

 Art. 36 – Compete ao Diretor Administrativo e de Normatização

 I – Com relação às atividades de Normatização:

  1. Responder pela parte legal da entidade, e quando necessária contratar assistência especializada, com a devida autorização da Diretoria Executiva da Associação;
  2. Manter arquivado na sede ou em outro local, sob sua responsabilidade, os livros próprios de atas, presenças, registros formais, cópia original dos Estatutos e Regimento Interno e documentação pertinente às suas funções;
  3. Lavrar as competentes atas e registrá-las quando for o caso, referente à Assembleia e reuniões de Diretoria, se solicitado, todas elas com registro de presença;
  4. Responder pelos registros em Cartório, atualizações e encaminhamentos de documentos perante Órgãos Públicos, sempre que solicitado ou houver modificações que assim o exigirem;
  5. Remeter para a Escola de Pais do Brasil, através do casal Delegado Regional (DR), e ou casal Representante Nacional (RN) cópia da ata da Assembleia quando houver eleição de membros da Diretoria Executiva e Conselho Fiscal, no máximo 30 (trinta) dias após o evento, independente de registro em Cartório;
  6. Responsabilizar-se pela Convocação de Assembleias Gerais Ordinárias e Extraordinárias;
  7. Exercer todas as demais funções e tarefas que lhes sejam delegadas pela Diretoria Executiva da Associação.

II – Com relação às atividades Administrativas:

  1. Administrar todos os bens da Associação, relacionando-os e registrando-os em livro próprio, no qual deverá constar a descrição do bem, seu valor, data e forma de aquisição;
  2. Manter controle do material mantido na sede ou quando sob guarda de associados, para desenvolvimento de alguma atividade;
  3. Exigir cópia de correspondência vitais da entidade, emitidas ou recebidas de Órgãos Públicos e arquiva-las na Associação;
  4. Manter arquivos dos documentos elaborados durante o ano, recebidos e expedidos;
  5. Enviar periodicamente relação dos associados contribuintes existentes, bem como os demitidos e excluídos, à Diretoria Executiva Nacional, em periodicidade estabelecida por esta;
  6. Manter atualizada relação dos Círculos desenvolvidos pela Associação, a cada ano, com todos os dados e informações solicitados pela Diretoria Executiva Nacional, da Escola de Pais do Brasil;
  7. Fornecer para os Casais Coordenadores de Círculos, os materiais a serem utilizados nos Círculos de Debates;
  8. Exercer todas as demais funções e tarefas que lhes sejam delegadas pela Diretoria Executiva da Associação.
  • 1º – Os livros de Assembleias Gerais e de presença dos associados em Assembleias Gerais, e outros, poderão ser substituídos, a qualquer tempo, por processo digital e estar arquivados em sua sede ou em outro local, sob sua responsabilidade.

Art. 37 – Compete ao Diretor de Seminário:

  1. Coordenar, ouvida a Diretoria Executiva da Associação, a participação dos associados nas Revisões Nacionais e Estaduais, e Congressos Nacionais, responsabilizando-se pela adesão do associado e correspondente inscrição, bem como o provimento de recursos para transporte, hospedagem e refeição, quando definidos pela Diretoria Executiva da Associação;
  2. Organizar os Seminários Regionais, após entendimento prévio com o casal Representante Nacional (RN) e de acordo com as normas e procedimentos estabelecidos pela Diretoria Executiva Nacional, da Escola de Pais do Brasil;
  3. Coordenar a publicação de Revistas, cartazes e emissão de convites por ocasião do Seminário Regional;
  4. Elaborar relatório semestral com previsão de gastos para as suas atividades;
  5. Exercer todas as demais funções e tarefas que lhes sejam delegadas pela Diretoria Executiva da Associação.

Art. 38 – Compete ao Diretor de Relações Públicas:

  1. Buscar patrocinadores e parceiros;
  2. Colaborar com o Diretor de Divulgação no relacionamento com entidades públicas e privadas;
  3. Representar a Associação em eventos, sempre que solicitado;
  4. Manter intercâmbio permanente com os Órgãos Públicos e Privados;
  5. Participar de entrevistas, em colaboração com o Diretor de Divulgação, em órgãos da mídia;
  6. Divulgar na mídia, em colaboração com o Diretor de Divulgação, todos os eventos a serem realizados pela Associação;
  7. Responsabilizar-se pela recepção das pessoas convidadas e ou associadas, nos eventos realizados pela Associação;
  8. Exercer todas as demais funções e tarefas que lhes sejam delegadas pela Diretoria Executiva da Associação.

Art. 39 – Após a eleição da Diretoria Executiva da Associação, existindo Diretorias vagas, o casal Presidente poderá delegar funções e tarefas dessas Diretorias para os Diretores eleitos, para o normal funcionamento da Associação.

  • 1º – As Diretorias vagas são aquelas que não puderam ser preenchidas, na eleição da Diretoria Executiva e relacionadas nos artigos 34 até 38 do presente Estatuto.
  • 2º – Deverá ser realizada uma reunião com todos os membros da Diretoria Executiva da Associação e elaborado a respectiva ata, para registrar as funções e tarefas delegadas, em acréscimo, aos Diretores eleitos.

Art. 40 – A Diretoria Executiva delibera validamente com a presença do casal Presidente e mais no mínimo (50%) cinqüenta por cento dos Diretores.

Parágrafo Único- Os casos excepcionais serão decididos pelo Representante Nacional (RN) após ouvir as informações do Delegado Regional (DR).

Art. 41 – No caso de vaga ou impedimento do casal no cargo da Presidência, assumirá o casal Vice-Presidente. No caso de vaga de qualquer diretor, ficará a critério do Casal Presidente escolher outro casal associado para ocupar o cargo vago, para completar o mandato, lavrando-se a competente ata.

 

E) Perda de Mandato

 Art. 42 – Perderão o mandato os membros da Diretoria Executiva que incorrerem em:

  1. Malversação ou dilapidação do patrimônio social;
  2. Grave violação deste Estatuto;
  • Abandono de cargo, assim considerando a ausência não justificada em 03 (três) reuniões ordinárias consecutivas, sem a expressa comunicação à Presidência da Associação;
  1. Aceitação de cargo ou função incompatível com o exercício do cargo da Associação;
  2. Conduta duvidosa.

Parágrafo Único – A perda de mandato será declarada pela Diretoria Executiva, e homologada pela Assembleia Geral convocada somente para este fim, nos termos da Lei, quando será assegurado o amplo direito de defesa.

J) Da Remuneração

 Art. 43 – A Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal, não perceberão nenhum tipo de remuneração de qualquer espécie ou natureza pelas suas atividades exercidas na Associação.

 

Art. 44 – O Conselho Fiscal é composto de (3) três membros titulares e 1 (hum) suplente, eleitos juntamente com os membros da Diretoria Executiva, pelo mesmo período.

Parágrafo Único – O Suplente substituirá o titular no caso de vaga ou impedimento destes.

Secção III – Do Conselho Fiscal

Art. 45 – Ao Conselho Fiscal compete:

  1. Examinar os livros de escrituração, com poderes para apreciar os relatórios de desempenho financeiro e contábil e de operações patrimoniais realizadas, emitindo parecer aos organismos superiores da Associação;
  2. Requisitar ao Diretor Financeiro, a qualquer tempo, documentação comprobatória das operações econômico-financeiras realizadas pela Associação;
  3. Convocar extraordinariamente a Assembleia Geral.
Mandato
Art. 46 – As eleições para a Diretoria Executiva e Conselho Fiscal realizar-se-ão conjuntamente, a cada 2 (dois) anos, por chapa completa de candidatos apresentada à Assembleia geral.

Parágrafo Único – Conforme dispõe o parágrafo único do artigo 24 são permitidas 2 (duas) reeleições consecutivas para o cargo de Casal Presidente, para as demais diretorias não há restrição.

Capítulo IV: Da Dissolução (Extinção da Associação)

Art. 47 – A Escola de Pais do Brasil – Seccional da Grande Florianópolis – SC poderá ser dissolvida a qualquer tempo nos casos previstos em Lei ou por deliberação da Assembleia Geral especialmente convocada para tal fim, composta de associados contribuintes, quites com suas obrigações sociais, não podendo ela deliberar sem voto concorde de dois terços dos presentes, e obedecendo aos seguintes requisitos:

I – Primeira chamada com maioria absoluta dos associados contribuintes;

II – Em Segunda chamada meia hora após a primeira, com um terço dos associados.

 

Art. 48 – Resolvida a dissolução da associação, liquidado o passivo, os seus bens remanescentes serão destinados a outra entidade assistencial congênere, com personalidade jurídica comprovada, sede e atividade preponderante no município de Biguaçu – SC e preferencialmente registrada nos Órgãos Públicos;

 Parágrafo Único – Ainda no caso de dissolução da associação, quando seu acervo patrimonial contemplar bens adquiridos com recursos públicos oriundo de eventuais parcerias formalizadas, e referido acervo será transferido a outra entidade de igual personalidade jurídica de interesse público, nos termos da legislação de regência da matéria.

 Capítulo V: Das disposições Gerais

Art. 49 – O presente Estatuto pode ser reformado no tocante à administração, no todo ou em parte, a qualquer tempo, por deliberação da Assembleia Geral, especialmente convocada para este fim, composta de associados contribuintes quites com suas obrigações sociais, nos termos da Lei.

Art. 50 – Os casos omissos neste Estatuto serão resolvidos pela Diretoria Executiva da Associação.

Art. 51 – O presente Estatuto entrará em vigor na data do seu registro em Cartório.

Biguaçu, 10 de março de 2015.

Ivanete Maria Mucelin Mulinari e Carlos Alberto Mulinari

Casal Presidente

5 Comentários

  1. Queridos amigos!

    Com alegria recebo a revista de vcs. no site.

    Parabéns pelo bom trabalho, por usarem esta ferramenta de forma tão objetiva. Escola de Pais de Biguaçu atenta as inovações. Fiquei feliz de ver Sílvia e Rita nossas queridas amigas com seus artigos publicados contribuindo para este mundo de PAZ.
    Farei o possível para estar com vcs. amanhã e desde já almejo sucesso para o seminário.Um grande abraço amigo. Marlene.

  2. Olá Colegas !

    Parabéns pelos trabalhos de vocês, pela revista e pelo site.

    Um forte abraço.

    Camila Detoni

    EPB Sao José

  3. PARABÉNS PELA ORGANIZAÇÃO E SUCESSO DO EVENTO!!
    VOCÊS SÃO EXEMPLO DE UNIÃO E VOLUNTARIADO!
    ABRAÇOS
    VERA E MARINO

    GRATOS PELA ACOLHIDA E ACONSELHAMENTOS!

  4. Boa Noite Teresinha e Brani
    Foi muito bom encontrá-los e conversar sobre a Escola de Pais.
    Fiquei maravilhada e, porque não dizer, emocionada, ao ver o site da Escola de Pais de Biguaçu.
    Revi o vídeo da Escola de Pais do Brasil, a Zilpha e o Ivo; Ariovaldo e Sonia…. que saudades!!!
    Foram 23 anos de trabalho intensivo que fizemos com todo o carinho pela Escola de Pais, pelos Pais e pelos filhos e netos de todos aqueles que participaram conosco deste movimento tão significativo. Quando ingressamos em 1978, tínhamos o nosso pequeno Rodrigo Miguel, com 1 ano e 08 meses e a nossa Adriana com 12 anos. Somente um movimento como a Escola de Pais para contribuir conosco. O Curso de Liderança, fizemos em Erechim, convidados que fomos pelo casal Gema e José Canal. Lá conhecemos Dona Alzira e Seu Lopes, Casal Presidente da Nacional.
    Na época morávamos em Concórdia e por 10 semanas, viajávamos 100 km, de Concórdia para Erexim para os círculos de debates.
    Levamos a idéia da Escoa de Pais a Concórdia, Joaçaba e Curitibanos. A cada círculo que trabalhávamos, mais se fortaleciam os laços que nos ligaram a tantos casais, por esse estado de Santa Catarina. Em 2003, nos afastamos, mas mesmo após nossa saída da Escola, continuamos a nos comunicar com muitos dos casais, componentes e também, sempre que se pode fazer algua referência ao trabalho, o fazemos com muito orgulho e satisfação por ter passado pela Escola de Pais.
    Um abraço a vocês e a todos os casais que lutam pela família brasileira, divulgando e trabalhando pelo mundo melhor que todos queremos. Emery e Neuza Valentim

  5. Boa tarde preciso de orientação pois sou mãe e este ano minhas filhas mudanram de escola e percebi muitas falhas da escola.Tais como caixa d’gua subterranea sem proteção e criança bricando quando caminhão pipa chega.Partão de acesso,que é restrito só para professores e alunos que esperam pelo lado de foram mais de 40 minutos.Praticas religiosas diferentes de cada famila imposta pela diretora.Uma unica tecnica cuidantdo de 90 crianças sozinhas e professores que vão embora.e em denuncia ao conselho tutelar eles me falaram que as crianças tem direito de escolha, que as crianças podem ficar sozinhas no port~~ao.então fiquei sem saber o que fazer.peço orientação

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